quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Doe sangue, Doe vida.




 Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Várias crianças tiveram morte instantânea. as demais ficaram muito feridas, entre elas, uma menina de oito anos, em estado grave.
 Ela precisava de sangue, urgentemente. Com um teste rápido descobriram seu tipo sanguíneo, mas infelizmente, ninguém na equipe médica era compatível.
 Chamaram os moradores da aldeia e, com a ajuda de uma intérprete, lhes explicaram o que estava acontecendo. A maioria não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Após testar o tipo sanguíneo dos poucos candidatos que restaram, constaram que somente um menino estava em condições de socorrê-la.
 Deitaram-no numa cama ao lado da menina e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fico no teto, enquanto seu sangue era coletado. Passado alguns momentos ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico pediu para intérprete perguntar a ele se estava doendo. Ele disse que não.
 Mas não demorou muito, soluçou de novo e lágrimas correram por seu rostinho.
 O médico ficou preocupado e pediu para a intérprete lhe perguntar o que estava acontecendo. A enfermeira conversou suavemente com ele e explicou para o médico por que ele estava chorando:

- Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer.
  O médico se aproximou dele e com a ajuda da intérprete perguntou:
- Mas se era assim, porque então você se ofereceu para doar sangue?
- Por que ela é minha amiga.

[Fato relatado como verídico]

''"Permita que a vida que corre em suas veias seja vida para outras pessoas também!"'' 

Um comentário:

  1. Me arrepio toda vez que leio este texto!
    Doar sangue é algo tão simples e tão importante.. Não dá para deixar passar em branco!

    ;D

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